“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.” – Jorge Luis Borges

Eles surgiram ainda na Mesopotâmia, mais precisamente na Suméria, atual sul do Iraque e eram feitos em argila. São considerados uma das maiores invenções da humanidade, possuem um poder de transformação cultural e pessoal imensurável. Desde sempre estiveram sob ameaça de imperadores, igreja e outros segmentos da sociedade aos quais o letramento, por parte da população, era um fantasma, pois os que comandavam a sociedade sabiam o quanto transformador o conhecimento era.
Livros, responsáveis pela intelectualidade do ser humano, podem hoje, ser encontrados aos milhares em praticamente qualquer esquina e lê-los significa abrir-se para um novo mundo, ver a vida de uma maneira diferente, escrever e falar corretamente e, já comprovando a nossa tese, o saudoso Monteiro Lobato dizia que “Quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê”. Além disso, a leitura é responsável pelo aguçamento do senso crítico e torna o ser humano livre, evitando que ele aceite passivamente tudo o que lhe dizem; sem contar que faz bem à saúde, pois exercita o cérebro. Leia mais …