Da multidão à solitude, o segredo para você conectar os pontos

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“Eu não desejo viver uma vida comum como os outros homens.” – Alexandre, O Grande

Você passa boa parte de sua vida se queixando ao primeiro que aparece. Fala de sua vida privada aos colegas de trabalho, aos amigos da escola, às pessoas de toda ordem que surgem em seu caminho. Com muita sorte, encontra uma delas que lhe pode ajudar de alguma forma, pois a todos os outros, falta-lhes o conhecimento necessário ou, simplesmente, não se importam realmente.

Conforme você for amadurecendo, se tiver uma inteligência razoável, passa a entender que o silêncio é a resposta para todas as inquietações da sua alma, de todas as aflições do seu coração, de todas as perturbações da sua mente. Quebra-lo já não é uma possibilidade. Contar aos outros sobre sua vida privada, mesmo em momentos de dor, normalmente não faz mais sentido, pois também já percebeu que todas aquelas pessoas às quais você desabafou, não fazem mais parte da sua vida. Simplesmente sumiram.

Então, com algumas leituras específicas, você descobre que as respostas existem no silêncio e não naquelas milhares de palavras que dissera a todos que passaram pela sua vida. Com razão, você busca mais tempo em meio aos livros, à natureza, à sua própria vida. Imerso em quietude, as respostas começam a surgir. Você se torna contemplativo e reflexivo notando que nem tudo precisa de uma resposta verbal e que, em muitos casos, manter-se calado é solução. Leia mais …

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