Sobre a brevidade da vida e a preciosidade do tempo

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“O que, então, é capaz de nos oferecer uma orientação? Somente a filosofia.” Marco Aurélio

Para alguns, a vida é curta; para outros, é longa; outrossim, não têm uma opinião a respeito, mas isso pouco importa, ao contrário do que muitos pensam, não é preciso ter opinião para tudo e está tudo bem não a ter. O que realmente deveria importar é o fato de aproveitar a vida sabiamente para que quando cheguemos ao seu fim, tenhamos a satisfação de tê-la realmente vivido e não nos lamentarmos por ter deixado de lado aquilo que realmente era essencial. Grande parte das pessoas compartilha da queixa de Aristóteles, citada por Sêneca em seu livro Sobre a brevidade da vida, a saber: Por isso a queixa de Aristóteles, pouco conveniente a um homem sábio, quando criticou a natureza: “ela concedeu aos animais tanto tempo que podem durar cinco ou dez gerações, mas ao homem, nascido para grandes e muitas realizações, ela estabeleceu um limite muito mais breve”. Tal citação aponta a insatisfação de Aristóteles em relação ao período de duração da existência de um ser humano. Leia mais …

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